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5 erros fatais na segurança de condomínio

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Com os níveis alarmantes de violência que assombram, principalmente, os grandes centros urbanos, uma das maiores responsabilidades do síndico é zelar pela segurança de condomínio.

Para manter o condomínio e os moradores livres dos perigos externos, é fundamental investir em métodos de proteção eficientes.

O descuido com a segurança do condomínio pode sair caro, pois facilita a entrada de invasores dispostos a praticar roubos e demais atos de violência, colocando em risco a vida dos condôminos.

Por isso, é essencial ficar a par dos erros mais comuns que devem ser evitados em prédios.

Quer saber mais? Confira, abaixo, quais são as principais falhas de seguranças que podem acontecer em um condomínio e como se prevenir!

1. Não usar a tecnologia a seu favor

A tecnologia é uma grande aliada das portarias, visto que oferece diversos recursos que aumentam a segurança do prédio de forma mais eficaz e com maior qualidade.

Assim, em um condomínio, não podem faltar os seguintes itens:

  • câmeras e sistemas de alarme, de preferência, com a possibilidade de monitoramento remoto e que cubram todo o perímetro do condomínio;
  • cercas elétricas e sensores infravermelhos, que ajudam a inibir possíveis tentativas de invasão;
  • sistema de controle de acesso com cartão ou biometria, que garante a entrada restrita de moradores e visitantes no local.

Ignorar o uso dessas ferramentas e continuar com métodos de segurança analógicos deixa o ambiente mais suscetível à violência, visto que não dificulta eventuais invasões e nem ajuda na identificação de ações suspeitas, que, com a ajuda de sistemas eletrônicos, como câmeras de monitoramento, podem ser percebidas rapidamente.

Além de investir em tecnologia, você deve optar por bons equipamentos, fazer manutenção periódica em cada um deles e treinar a sua equipe para manejá-los corretamente.

2. Não ter um planejamento na estrutura do condomínio

Nos condomínios mais antigos, construídos em épocas nas quais a violência não era tão preocupante, as estruturas de segurança não eram pensadas durante o projeto de estrutura física.

Já nos prédios mais recentes, outros erros podem ser os projetos mal realizados, que dão mais ênfase às questões estéticas do que à proteção dos moradores.

Quando esses casos acontecem, é necessário realizar investimentos que revertam a estrutura inadequada. Para que o condomínio não fique vulnerável, o ideal é que conte com os seguintes itens:

  • guarita blindada e com banheiro interno, ar-condicionado e boa visão para a rua e para os portões de garagem;
  • portões duplos que sejam inter-travados na entrada dos veículos e dos pedestres;
  • sistemas de passa-volume para que entregadores não precisem entrar no interior do condomínio;
  • muros e cercas com, pelo menos, 3,5 metros de altura com complementos de segurança eletrônica perimetral.

3. Ter TVs e rádios como distração na portaria

Muitas vezes, enquanto está no seu expediente, o porteiro passa longos períodos de tempo sem ter que atuar em nenhum acontecimento.

Para que esses profissionais não fiquem entediados, o síndico acaba colocando rádios, TVs e jornais como passatempos.

No entanto, esses itens inocentes também podem ser fontes de distração, de maneira que o porteiro perca o seu foco e fique suscetível a abordagens sorrateiras e inesperadas que colocam em risco não só ele, mas também o restante do condomínio.

4. Não definir regras de funcionamento da portaria

Não ter regras bem definidas faz com que o porteiro cometa vários erros, haja vista que não terá algo que oriente a sua rotina de trabalho.

A ausência de normas também abre espaço para que os próprios moradores interfiram no funcionamento da portaria.

Sendo assim, é crucial determinar regras para a portaria, como normas sobre o controle de entrada de moradores e visitantes, o recebimento de encomendas e o cadastro de prestadores de serviço.

Coloque-as no regimento interno do condomínio e apresente-as aos funcionários durante a fase de treinamento.

Com isso, se o funcionário ou um condômino infringirem as regras, o síndico pode se basear nesse documento para tomar as atitudes cabíveis.

5. Lidar com desvios de funções

Não é dever do porteiro ajudar os moradores com as compras ou fazer reparos residenciais, mas, mesmo assim, isso acontece em muitos condomínios.

Embora seja visto como uma gentileza, pode trazer sérios problemas, pois os poucos minutos em que a portaria fica abandonada já são o suficiente para a ação de delinquentes.

Diante disso, é importante estabelecer um padrão de comportamento para esse profissional e orientar os condôminos sobre as reais funções dele no prédio.

Lembre-se de que uma boa portaria deve compreender um conjunto de regras, como ajuda da tecnologia para entrada e saída de moradores, monitoramento das áreas internas e externas do condomínio e padrão para atendimento de prestadores de serviço e entregas e para as funções dos profissionais locais.

Agora que você sabe quais são os erros mais comuns na segurança de condomínio, já está pronto para identificá-los e trabalhar para corrigi-los, o que é imprescindível para assegurar o bom funcionamento da portaria e a tranquilidade dos moradores.

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